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O fundraising é...

De vez em quando faz bem relebrar algumas verdades simples tais como: Fundraising é coração, não cabeça O acto de dar tem mais a ver com a emoção e não tanto com a razão. Para persuadir alguém a dar, devemos conectar-nos com as suas emoções. É preciso contar histórias mais do que enumerar factos e estatísticas. As estatísticas não conseguem oferecer um verdadeiro sentido de compaixão e conexão. Fundraising é acção, não educação Fundraising significa fazer um pedido específico e mensurável. Ninguém se torna um benfeitor só por ter visto muitos dados. De facto, não podemos ensinar ninguém como deve dar. Mas podemos conduzir alguém no acto de dar através de uma acção específica. Fundraising é específico, não geral "Apoie a nossa causa" não é fundraising. É apenas um desejo. "Dá de comer a esta criança com fome", isto sim, é fundraising. Fundraising tem a ver com doadores, não com as organizações Quão maravilhosa é a nossa organização não é nada relevan...

10 dicas para criar um ASSUNTO perfeito

A linha perfeita do "assunto", com menos de 10 palavras, pode fazer com que um e-mail seja um sucesso ou um fracasso. Antes de comunicar com os nossos doadores através do e-mail, precissamos de compreender algumas verdades sobre o comportamento das pessoas. Estão aqui algumas dicas importantes  para nosso fundraising on-line: 1. As pessoas não vão agir a menos que tenham dito o contrário. 2. As pessoas são cépticas em relação a maioria dos e-mails . 3. As pessoas não gostam de desperdiçar seu tempo. 4. As pessoas estão mais predisposta a agir quando sentem um sentido de urgência. 5. As pessoas preocupam-se mais com o remetente do que com a mensagem. 6. As pessoas detestam ser enganadas. 7. As pessoas querem que a mensajem seja pessoal, mas não demasiado pessoal (não coloque nunca o nome do destinatário na linha do assunto!) 8. As pessoas não reagem bem perante letras m...

10 regras para agradecer, agradar e manter os doadores

N unca é demais lembrar algumas regras de ouro para o sucesso do nosso trabalho de angariação de fundos. Cada vez mais me convenço de que o marketing analítico está na base da angariação de fundos moderna e eficaz. Porém, tudo tem a ver com bom senso, boas maneiras, honestidade, transparência, profissionalismo, verdade, amizade sincera, boa comunicação e sobretudo um enorme desejo de tornar este mundo um lugar melhor para se viver. Boa sorte! 1. CONHEÇA O SEU DOADOR: Aprofunde o conhecimento sobre o comportamento dos seus doadores, saiba porquê dão e quais os apelos aos quais melhor respondem. Vai precisar desses dados para agradecer-lhes adequadamente e cultivar uma relação de amizade. 2. DIGA SEMPRE OBRIGADO: Sempre e sem excepções! 3. Agradeça ATEMPADAMENTE: Deve agradecer aos seus doadores passados poucos dias depois de receber o seu donativo. 4. Agradeça com  FREQUENCIA: Agradeça ao seus...

What Katy Perry and the Black Eyed Peas taught me about nonprofit fundraising

Last week I heard Katy Perry's "Teenage Dream" for the first time. The song is basically a few lines of lyrics repeated over and over. And it topped the charts in popularity. Listening to Katy Perry got me thinking about fundraising. Her song reminded me of the Black Eyed Peas' "I Got a Feeling" : simple lyrics repeated over and over. It's really catchy [...] I could go on. Anyone out there remember Weird Al's "This Song's Just Six Words Long"? Another great parody on the lack of lyrics in popular songs. The thing is, it works. People remember the lyrics and the songs are wildly popular. This week, why not look at your fundraising appeals and your approaches to donors. Are you over doing it? Are you overwhelming donors with facts and data? Trying to firehose them with information? Why not try to rework your solicitations by singing from the same sheet as Katy Perry, the Black Eyed Peas, and Weird Al: » Say less » Use emotion ...

¿Se debería remunerar a los recaudadores de fondos según sus resultados?

Los códigos éticos de los recaudadores de fondos en todo el mundo señalan que su trabajo no debe ser remunerado sobre la base de sus resultados, sino con salarios u honorarios fijos. Esta disposición parece ir contra una lógica elemental: si estos profesionales deben ofrecer resultados mensurables que sobrepasen su coste, ¿por qué no condicionar su remuneración a su desempeño? Este razonamiento está muy extendido. Sobre todo entre los responsables de organizaciones que están acuciadas financieramente y no cuentan con recursos disponibles para pagar a un buen profesional y aguardar el tiempo suficiente para cosechar los resultados de su labor. También es una fuerte tentación para quienes no están seguros de que encontrarán un profesional competente, con lo que se curan en salud condicionando su coste a los resultados. Se plantea tanto a la hora de requerir los servicios de profesionales externos como de considerar su incorporación a la plantilla. ¿Por qué la deontología profesional ...

60:40 Rule For Donors?

Usually I agree wholeheartedly with the advice proffered by Canadian fundraiser Fraser Green. But he recently wrote this article — Donors Love 60:40 — with  which I beg to differ. Fraser argues that donors care primarily about what you do (i.e., the need you are addressing), and very little about how you do it (which he treats a sort of institutional ‘inside baseball’). These words crystallize his point: “When I was a young fundraiser, I learned an expression that has stayed with me to this day. It remains my most important piece of philanthropic wisdom. It goes like this: “ the institution has no needs”. That’s right. Your charity has no needs. The people or trees or animals you help have great needs. Your charity is simply the organizational vehicle that gets the donor’s gift to those in need. It’s a three link chain. The donor. Your organization. The need. In this chain, your organization is very small – while the donor and the need are very big.” He...