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O Sequeira já está no lugar certo!

Esta é sem dúvida uma boa notícia. Foram alcançados os € 600.000 necessários para pôr o Sequeira no lugar certo. Uma inciativa inédita de uma campanha de fundraising muto interessante e eficaz posta em marcha pelo Museu Nacional de Arte Antiga que agarrou esta oportunidade de integrar no seu acervo a pintura “A Adoração dos Magos”, uma peça fundamental do património nacional. Com a ajuda inestimável da Fuel, RTP, Fundação Millenium BCP e o Público.

O sucesso da campanha “Vamos pôr o Sequeira no lugar certo” resulta de uma fórmula simples que até agora o país não tinha experimentado. Tem oito ingredientes. Os primeiros: a força de uma boa ideia, a solidariedade de muitos e a perseverança de alguns. Os outros: criatividade, trabalho pro bono e redes sociais. Faltam dois: os cidadãos (que confiaram) e o optimismo (que foi o cimento que “colou” esta nova comunidade de milhares de patrocinadores).

A propósito desta acção, leiam aqui dois textos interessantes: a opinião de Augusto…

Empresas e particulares apoiam as Universidades

No sector privado e nas universidades portuguesas há exemplos de mecenato e filantropia.

O consenso é geral. As universidades portuguesas dizem que, em Portugal, ainda não existe uma cultura vincada de mecenato ou filantropia, ao contrário do que acontece nos países anglo-saxónicos.
Apesar de já existirem algumas doações de empresas, de fundações e de particulares para as universidades para bolsas de estudo, patrocínios de eventos ou de instalações e para participações em projectos de investigação, "essa cultura é praticamente inexistente em Portugal", afirma o reitor do ISCTE, Luís Reto. À semelhança de todos os reitores contactados pelo Diário Económico, Luís Reto aponta os EUA como sendo um exemplo a seguir na cultura de ‘fundraising'. Em sua opinião, "é particularmente relevante ver nos EUA os exemplos dos ex-alunos bem sucedidos que retribuem à universidade o que ela fez pela sua carreira, dando assim oportunidade a outros futuros estudantes…

Solidariedade vs. Demagogia

«Haiti: solidariedade ou demagogia?
por Renato Teixeira

100 milhões de dólares do FMI, 100 milhões de dólares do governo dos EUA, 100 milhões de dólares do Banco Mundial, 15 milhões do Brasil, 10 milhões da Espanha, 10 milhões do Reino Unido, 1,5 milhões da modelo Gisele Bündchen, 1 milhão da Cruz Vermelha, 1 milhão da UPS (United Parcel Service), 1 milhão do Brad Pitt e da Angelina Jolie, 600 mil da Walmart, 500 mil dos Yankees, 250 mil da Madona, 250 mil do Lance Amstrong, 250 mil do Maradona, 200 mil do Banco Interamericano, 100 mil da Hollywood Foreign Press Association, 20 mil da AMI, e meia dúzia de euros do Arrastão é o valor das doações já anunciadas para a tragédia do Haiti. A estes valores falta ainda somar o dos doadores habituais: Bill Gates, Bob Geldof, U2, FIFA e samaritanos afins que ainda não anunciaram o tamanho da sua simpatia.



Apesar da boa vontade samaritana, nos dias que se sucederam à tragédia muitos milhares de pessoas morreram debaixo dos escombros por falta de má…

Banca mantém investimento em projectos de responsabilidade social e cooperativa

A crise financeira internacional parece não estar a afectar o investimento dos principais bancos que operam em Portugal no sector da responsabilidade social e corporativa. Bancos como o Santander Totta, BPI, Banco Espírito Santo, Millennium bcp e Caixa Geral de Depósitos vão continuar com o seu compromisso social.

No âmbito do sector da responsabilidade social e corporativa, o Santander Totta tem como principal vector o apoio ao ensino e conhecimento, abraçando também projectos na área da solidariedade social, cultura e ambiente. No caso do BPI, o exercício da sua política de responsabilidade social exprime-se em múltiplas dimensões, como a cultura, saúde e solidariedade social, educação e investigação. Já o BES, em termos de investimento, faz uma distribuição equitativa entre o apoio à inovação, literacia financeira, solidariedade e mecenato cultural. Na sua dimensão social, o Millennium bcp visa contribuir para o desenvolvimento da comunidade, quer por via da acção cultural, quer pe…

Mecenas lançam rede contra a solidão no Natal

O que é bom presente para um idoso? Receber uma visita. Um grupo de pessoas quer cumprir esse desejo. Vão dar uma manta e ouvem uma história

Tinha cerca de 40 anos e por altura do Carnaval foi convidada para um baile de máscaras. Mandou vir a costureira que fez o fato dela e do marido. Ele ainda protestou, mas acabou por anuir. Quando o casal entrou no baile foi o foco das atenções, ela de totós no cabelo escuro e vestidinho e ele de bibe da escola, lado a lado com faustosos reis e Marias Antonietas. "Tivemos a lata de aparecer assim!" Ausenda Sancho dá uma gargalhada, divertida enquanto olha para a fotografia, a preto e branco, numa moldura de prata, exposta na sala.

Ausenda Sancho tem 86 anos e uma vida imensa de histórias para contar. Adora conversar e salta de uma história para outra, com algumas décadas de diferença, para regressar à primeira que não havia concluído. Esta é uma característica de todos os que têm centenas de experiências para partilhar, fruto dos anos que …