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Mensagens

A mostrar mensagens de Agosto, 2010

Stay Curious

As a fundraiser, it's so easy to get jaded and to think we've seen it all. But curiousity is one of the most important tools a fundraiser can have. It helps in every step of the "Get R.E.A.L." fundraising process:

Research: If you're curious, you will not just enter someone's email address, but notice that it's a unique domain name and go check it out. Even if it doesn't lead to a major discovery, it can be a talking point with the donor.

Engage: Being curious as you engage a donor involves asking perceptive questions. Once, while in the lobby of a factory that produced wrought iron products, I asked how paint got on the iron. That started a 2-hour tour of the plant, including a long (and fascinating) explanation of a new piece of equipment that not only fused the powder with the iron but also recovered the waste. The donor would never have spent that much time if all I talked about was my nonprofit. Curiosity shows donors you are interested in them an…

Advance your career with an Online MBA from the University of Wales or the University of Cumbria

Formação

The University of Wales MBA and the University of Cumbria MBA (Leadership and Sustainability) offer you the chance to upgrade your career achieving an Accredited MBA online from a premier University in the United Kingdom, without having to quit your job.

Declaring War on Building Bridges, Helping Hands and Other Lousy Metaphors for Nonprofits

Metaphors can be very powerful tools to make complicated or foreign ideas feel simple and familiar to your donors, volunteers, partners, and other supporters. But they can also devolve into worn-out clichés that become too familiar and therefore lose much of their oomph.

Here are five of the Decrepit Dozen . . .

Building Bridges. This is probably the most common metaphor used to explain how nonprofits make connections between people or ideas. But it tells us nothing about the benefits of those connections or why we really need to make them.


Helping Hands. "Help" is just too generic. And much of the help that nonprofits provide isn't manual labor or physically in person, which "hands" implies.


Changing the World/Lives. Change isn't always for the better. Every one of us could argue that we change someone else's life every day. When a butterfly flaps its wings . . .


War on (Fill in the Blank). I don't think the military metaphors work all that well in the…

As crianças da Infância Missionária alemã alcançam o segundo maior resultado de sua história

As crianças da Infância Missionária Alemanha podem ficar orgulhosas: a coleta deste ano registrou o segundo maior resultado de sua história: 40,6 milhões de Euros. Há 52 anos, nos dias que precedem e seguem a Epifania, os “Cantores da Estrela” (Sternsinger) da Infância Missionária Alemã desfilam pelas ruas da Alemanha. O lema da campanha deste ano foi “As crianças encontram novos caminhos”. Cerca de meio milhão de moças e rapazes alemães de todas as dioceses saíram, de porta em porta, vestindo roupas como as dos Reis Magos, e levando a estrela cometa.

“É incrível o que as crianças conseguem fazer. Os Cantores da Estrela – principalmente no inverno muito frio como o deste ano – mostraram quanta força a comunhão pode dar” – diz Dom Klaus Krämer, diretor nacional das Pontifícias Obras Missionárias da Alemanha. Que é, a partir deste ano, o chefe da Obra da Infância Missionária. Dom Krämer destacou também a generosidade dos doadores, apesar da crise econômica.

Os 40,6 milhões de Euros recolh…

Filantrocapitalismos

Os milionários norte-americanos andam numa azáfama filantrópica de milhares de milhões de dólares. O sucesso dos seus negócios convence-os de que podem aplicar as fórmulas empresariais para resolver a questão social. Bill Gates e outros exibem a típica arrogância que o dinheiro concentrado e a adulação geram.

E, no entanto, parece evidente que, a existirem capitalistas milionários, é melhor tê-los filantropos. Acontece que escolher entre duas alternativas dadas não implica consentir com a estrutura que gerou escolhas tão limitadas.

O conhecido filantrocapitalista Warren Buffett afirmou, com realismo, que a luta de classes existe e que a sua classe a tinha ganho: num contexto de estagnação dos rendimentos das classes trabalhadoras, a percentagem de rendimentos captada pelos 1% mais ricos passou, nos EUA, de 8,95% do total, em 1978, para 20,95%, em 2008 (semelhante a 1929).

Um dos efeitos do filantrocapitalismo é o de legitimar as modificações estruturais, da desregulamentação…