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Cada vez mais as doações migram para online

eNonprofit Benchmarks 2013

Este estudo vale o que vale, sobretudo porque foi feito no mercado dos EUA. No entanto, vale a pena estar atentos às tendências que, mais cedo ou mais tarde, vão bater-nos à porta.

Resumindo:
- O fundraising online continua a crescer, aumentando mais de 21% desde 2011.
- As redes sociais continuam a ganhar muito protagonismo e as taxas de respostas das campanhas por e-mail estão a diminuir (14% nas mensagens de apoio e 27% nas mensagens de angariação de fundos).
- As estratégias de e-mail marketing continuam a ser muito importantes para a maior parte das organizações, no entanto é fundamental que existam ligações com os doadores através de outros canais, sobretudo as redes sociais.

Aqui está uma infografia simpática. Para melhor resolução clique aqui



Um outro estudo interessante apresentado recentemente pela empresa Blackbaud Charitable Giving Report, sobre a evolução do fundraising em 2012 (precisa de registo para download), traz-nos alguns dados que vale a pena reter:

No ano passado, as doações aumentaram 1,7% em relação a 2011. Esse pequeno crescimento não foi distribuído uniformemente:
  • As grandes organizações cresceram 0,3%
  • As organizações médias cresceram 2,7%
  • As pequenas organizações cresceram 7,3%
As doações também foram diferentes em função das áreas de intervenção:
  • As organizações religiosas aumentarm 6,1%
  • Saúde caiu 3,4%
  • As grandes organizações de ajuda internacionais diminuiram 4,7% (não houve grandes desastres)
Por outro lado, as doações online continuam a crescer significamente. Cresceram 11% em 2012 e já representam 7% do total das doações.

As áreas com maior crescimento são os sectores da saúde (14,2% donativos online) e da ajuda internacional (11,8% donativos online), o que é muito bom tendo em conta que as duas áreas sofreram uma diminuição dos donativos em geral. Isto mostra que estão bem posicionados para o crescimento futuro.

Resumindo e concluíndo: cada vez mais as doações são feitas através de plataformas online.
Estamos preparados para o futuro?

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