Avançar para o conteúdo principal

Stay Curious

As a fundraiser, it's so easy to get jaded and to think we've seen it all. But curiousity is one of the most important tools a fundraiser can have. It helps in every step of the "Get R.E.A.L." fundraising process:

Research: If you're curious, you will not just enter someone's email address, but notice that it's a unique domain name and go check it out. Even if it doesn't lead to a major discovery, it can be a talking point with the donor.

Engage: Being curious as you engage a donor involves asking perceptive questions. Once, while in the lobby of a factory that produced wrought iron products, I asked how paint got on the iron. That started a 2-hour tour of the plant, including a long (and fascinating) explanation of a new piece of equipment that not only fused the powder with the iron but also recovered the waste. The donor would never have spent that much time if all I talked about was my nonprofit. Curiosity shows donors you are interested in them and their business, not just what they can do for you.

Ask: Curiosity can be invaluable after making the ask. As the prospect processes how that size a gift might be possible, you can honestly ask curious questions like "When might be a good time to ask you in the future?" or "Would it be easier to make smaller pledge payments now and then bigger ones after the kids are out of college?"

Love: Curiosity will help ensure you are thanking donors in ways that mean something to them. Do they want public accolades? Or is a private lunch with the executive director more appropriate? Curiosity will lead you to show them gratitude in ways they will receive it.

The great thing about curiosity is that, when it's genuine, it is always well received. Rather than being seen as annoying or probing, questions sparked from genuine curiosity show incredible respect for the donor and the things that are important to them. You can even draw on things you've read or heard in other places. "I was just reading that the publishing industry is trying to do x, y, and z to adapt. Is that similar in your industry?"

Even though you'll be tempted to be the person with all the answers, if you want to be successful as a fundraiser, stay curious.
 
by Marc A. Pitman www.fundraisingcoach.com

Comentários

Mensagens populares deste blogue

O que é o Fundraising?

«O conjunto de estratégias e procedimentos que levam as pessoas a darem voluntariamente recursos financeiros»

- O seu objetivo é conseguir doações;
- Mais do que conseguir doações, é conseguir doadores;
- Mais do que conseguir doadores é montar um sistema de conquista de doadores;
- Um sistema que os leve a doar cada vez mais e com maior frequência;
- Por fim, um sistema que os leve a deixarem um legado;
- E que façam tudo isso com alegria identificando-se com a causa da instituição.

Fundação Maria do Carmo Roque Pereira

Caros Amigos
Como muitos já sabem, o Miguel e eu dedicamo-nos de alma e coração já há vários anos à Fundação Maria do Carmo Roque Pereira.

A Fundação é uma IPSS cuja actividade principal é uma creche e um jardim Infância na zona da Graça, em Lisboa, com 50 Crianças entre os 18 meses e os 5 anos. Apoiamos também cerca de 80 familias (mais de 250 pessoas) através da entrega de cabazes do Banco Alimentar.

Funcionamos há alguns anos nos Claustros da Igreja da Graça. Um sitio lindissimo mas com muitas limitações e algumas faltas de condições, que todos os dias vamos tentando melhorar para oferecermos o melhor serviço - a equipa que ali está é extraordinária e às vezes faz verdadeiros milagres.

Como IPSS vocacionada para o apoio a famílias desfavorecidas e com muitas dificuldades, todos os dias apertamos o cinto e temos mesmo a corda ao pescoço.
Precisamos de adquirir equipamentos e materiais, e sobretudo algumas obras são necessárias para que possamos manter os requisitos míni…

Chamadas telefónicas de valor acrescentado

Recebi um e-mail com esta mensagem e embora não concorde com tudo o que se diz, aliás porque entendo que haja um custo de manutenção, deixo aqui este registo sobre as chamadas de valor acrescentado e que é sintomático daquilo que as pessoas pensam. Qualquer novo serviço, por mais positivo que seja, se não for suficientemente bem explicado, pode levantar dúvidas e até calúnias.

«É uma vergonha o que se passa com o valor das chamadas telefónicas de ajuda a vítimas de catástrofes. Vejamos então o que se passa com as ditas chamadas: Cada chamada custa a quem a faz 72 centimos (60 centimos + IVA). No entanto para as organizações de ajuda no terreno são canalizados apenas 50 centimos, ou seja mais ou menos 69% do que pagámos. Os restantes 31% - 22 cêntimos - vão uma parte para o IVA 20% e restante não sabemos bem para quem.

Assim, dos 72 centimos que oferecemos, temos que:
- organizações de Solideriedade recebem 50 centimos
- para os cofres do governo através do IVA 20% 12 cêntimos
- não sab…