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Cruz Vermelha volta a vender Esperança

Numa época em que reina o espírito de paz, amor e solidariedade, a Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Lisboa volta a associar-se à Leo Burnett para abrir pela segunda vez a STORE, a loja que, ao invés de produtos, vende esperança sob a forma de fundos e donativos.


Depois do sucesso da loja que foi inaugurada em 2008 no Dolce Vita Monumental, a nova STORE é inaugurada amanhã, dia 10 de Dezembro, no Dolce Vita Picoas Plaza e conta com Alexandra Lencastre e Paulo Pires como embaixadores.

A loja estará aberta durante um mês e assume uma estética diferente: se na edição anterior se apresentava como simulação de uma loja de roupa, com vouchers de compra de tamanhos S, M e L e provadores; desta vez personifica uma livraria, com um espaço lounge para a escuta de audiobooks com Histórias de Esperança.

Nas diversas estantes que compõem o espaço, alinham-se livros que variam consoante as causas a que a Cruz Vermelha se dedica e pelas quais será distribuído o montante final arrecadado. Este ano as causas estendem-se desde «Crianças e Jovens», «Idosos e Dependentes», até à «Educação e Formação para a Cidadania», causa que se bifurca no «Projecto Berçário» e na «Academia de Séniores».

Assim, encontraremos títulos como «A Criança que Aprendeu a Sorrir», que se prende com os mais novos, ou «Sonhos de Cecília: a História Ilustrada de uma Vida», com uma ligação a uma faixa etária mais idosa; histórias que começam em branco, nas páginas vazias que compõem os vários volumes, e que, à medida que forem compradas, mais próximas ficam da realidade.

Os clientes podem, dentro de cada uma das causas, optar ainda pelo valor com o qual decidem contribuir. Este assume 4 variantes e expressa-se nos marcadores de diferentes preços (5, 10, 15 e 20 Euros) que são, no fundo, a única coisa palpável com a qual os clientes deixam a loja.

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