Há dias encontrei uma reflexão sobre a fadiga dos doadores e lembrei-me de trazer este tema para aqui. Basicamente o assunto tem a ver com a frequência e a forma como fazemos a nossa angariação de fundos. A conjugação errada destes dois factores pode provocar nos doadores um certo desconforto - fadiga - que pode ser prejudicial para o nosso trabalho de fundraising.
Tudo isto pode acontecer, sobretudo, quando não há uma estratégia correcta e a procura de resultados segue uma política de "terra queimada", quer dizer, pedir com maior frequência, da mesma forma e às mesmas pessoas, na esperança de aumentar o número e o montante dos donativos.
Quando os números estão a baixar temos a tentação de atribuir a culpa a alguma força exterior, a algo que está fora de nosso controle. É mais fácil culpar alguém em vez de analisarmos o que está errado e tentar encontrarmos formas de corrigi-lo.
E é aqui que entra esta força externa a que chamamos: a fadiga dos doadores. Simplesmente os…
Tudo isto pode acontecer, sobretudo, quando não há uma estratégia correcta e a procura de resultados segue uma política de "terra queimada", quer dizer, pedir com maior frequência, da mesma forma e às mesmas pessoas, na esperança de aumentar o número e o montante dos donativos.
Quando os números estão a baixar temos a tentação de atribuir a culpa a alguma força exterior, a algo que está fora de nosso controle. É mais fácil culpar alguém em vez de analisarmos o que está errado e tentar encontrarmos formas de corrigi-lo.
E é aqui que entra esta força externa a que chamamos: a fadiga dos doadores. Simplesmente os…