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Mensagens

Inovação Social | Programa EDP Solidária

Estão abertas as candidaturas  ao EDP Solidária 2013, um programa anual da Fundação EDP que tem como objectivo o apoio a projetos que melhorem a qualidade de vida de pessoas socialmente desfavorecidas, a integração de comunidades em risco de exclusão social e a promoção do empreendedorismo social.

Este ano, devido ao actual contexto económico e social que se vive em Portugal, a Fundação EDP decidiu reforçar o valor a atribuído ao Programa EDP Solidária com uma dotação de 1,5 milhões de euros, triplicando a verba atribuída na edição de 2012.
Uma aposta forte num programa que pretende ser instrumento de intervenção social, promovendo a capacitação das pessoa, envolvendo os beneficiários na solução dos problemas e, em muitos casos, ajudando o Terceiro Setor a gerar receitas que garantam a sua sustentabilidade.
As candidaturas para a edição de 2013 estão abertas até 15 de março e podem concorrer todas as entidades nacionais sem fins lucrativos, designadamente instituições de solidariedade so…

IRS: 0,5 % irá fazer 100 % de diferença!

O PORTUGUÊS QUE DÁ

A Madalena Abreu, após terminar o seu doutoramento com a Tese: Drivers of donations practices: altruism and religiosity revisited - Os Determinantes das práticas de donativos: revisitando o altruísmo e a religiosidade, PhD in Management, Specialization in Marketing, ISCTE-IUL, Department of Marketing, começa agora a sua divulgação, muito especificamente junto das organizações do terceiro sector.
Conferência/Debate: O PORTUGUÊS QUE DÁ

LISBOA, 5 de Março, TERÇA-FEIRA | 17h30-19H30
ISCTE-IUL, sala C103

INTERVENIENTES

> Eugénio Fonseca (Presidente da Cáritas Portuguesa)
> Madalena Eça de Abreu (Professora, ISCAC - Coimbra Business School)
> Mónica Franco (Diretora Comunicação e Fundraising Movimento Bloom, Membro do Conselho Consultivo da Operação Nariz Vermelho)
> Raul Laureano (Professor, ISCTE – IUL, Coordenador do curso de Fundraising no Terceiro Sector)

As conferências/debate “O português que dá” são 3:
> 5 Março, 17h30; Lisboa, ISCTE-IUL
> 12 Março, 18h00; Coimbra, ISCAC Coi…

TEATRO POR ALIMENTOS

O TNDM II associa-se à Comunidade Vida e Paz numa recolha de alimentos.

Ao entregar 1 embalagem de manteiga, marmelada, compota, atum ou salsichas recebe 1 bilhete para assistir às sessões do próximo sábado (21h) ou domingo (16h) do espetáculo Condomínio da rua, com encenação de João Mota.

A troca dos bilhetes por alimentos (máx. 4 bilhetes/pessoa) inicia-se às 14h, dos dias 26 e 27 de janeiro, no TNDM II. Entrada sujeita à lotação da sala.

Ainda no decorrer desta iniciativa, o TNDM II exibe, no dia 26 de janeiro às 16h, o documentário Ruas da Amargura, de Rui Simões. A entrada é livre. Saiba mais

Ask - Thank - Report

Ganhar um mês adicional de angariação de fundos

Como ganhar um mês adicional de angariação de fundos durante este ano?

Parece estranho, mas se dedicar apenas uma hora por dia para o trabalho de angariação de fundos, durante todos os dias da semana, ganha cerca de 250 horas por ano. São mais de 31 dias de trabalho! Quer dizer, um mês inteiro!

Como seria o seu programa de angariação de fundos se decidir dedicar-lhe apenas meia hora de manhã e outra meia hora à tarde, a trabalhar exclusivamente com os seus doadores?
Mesmo que seja apenas uma hora por semana, ainda assim, ganharia 6 dias de trabalho extra por ano!

Quantos pedidos pode fazer durante uma hora?
Pense nisso e faça alguma coisa, agora!

2013 será um ano duro, também para a angariação de fundos. É preciso levar muito a sério "a arte de pedir" para ser bem sucedido.

Esta e outras ideias estão no livro Kick-Fundraising

Choradinho, tristeza e culpa em Fundraising

Neste final do ano, acompanhei inúmeros apelos feitos por diversas organizações a quem estou ligado, seja através de correspondência por correio, seja através de anúncios na Internet, rádio e TV.

O mês de Dezembro é por excelência um tempo em que recebemos muitas solicitações para apoiar as mais diversas causas. Devido ao meu trabalho, interessa-me, particularmente, a forma como é feita a comunicação destas causas.

A maior parte das campanhas apelam ao nosso lado sentimental, o que está certo, mas reconheço que não me sinto confortável quando uma mensagem me faz sentir culpado.

Algumas campanhas são engraçadas, têm humor e algum bom gosto. Outras são chatas, aborrecidas ou mesmo chocantes. Existem anúncios deprimentes, e eu não preciso de ficar deprimido nesta quadra de Natal e Ano Novo. Aliás, desconfio que nunca ninguém quer ficar deprimido, muito menos as pessoas que colaboram com as nossas causas, doadores, benfeitores, colaboradores, fãs, seguidores, embaixadores, etc., querem conh…