Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

I have a dream too

Amanhã lembramos Martin Luther King, a sua luta pacífica e o seu "sonho". Aproveito para partilhar um outro sonho, para quem trabalha (como eu) neste mundo do fundraising.

"My dream is somewhat less elevated than Dr. King's. But here it is:

- That nonprofits everywhere will start taking donors seriously.

- That they'll start paying attention to what donors actually respond to, not what they wish donors would respond to.

- That they'll do fundraising built on exciting calls to action, not irrelevant, cooked-up "brands."

- That they'll actually let donors fund what they want to fund.

- That they'll thank donors quickly, and show enough respect to report back to donors on the impact of their giving.

Because when that happens, the fundraising recession will be decisively over.  A new era of nonprofit effectiveness will begin.  More donors will benefit from the impact of more giving.

Unfortunately, my dream is not gonna come true.  Not in 2012.  Not in…

What do donors really want to do?

One of the most important principles of fundraising is this:  What people say about their charity has little to do with what they do.

Once you believe that, you'll stop taking terrible advice.

But don't just take my word for it.  Here's evidence from Nick Aldridge's blog:  Does actual giving behaviour match expressed giving preferences?

This interesting study compares what some UK survey respondents said they'd give £1 to with what people actually gave £1 to on eBay, when asked to donate during the checkout process.

"Help small UK charities stay open and help local people" did well in the survey but poorly in real giving.
"Give a child in Kosovo a pair of shoes and warm gloves that they can wear to school" did poorly in the survey but pretty well in real giving.

Conclusion?

... potential donors may turn out be more responsive to simple, emotive imagery than they claim or indeed believe. Conversely, donors may overestimate their interest in discrim…

“Um por todos, todos por zero”

Angariar fundos e apelar à ajuda de todos e de cada um para levar às crianças que mais precisam cuidados de saúde e nutrição, água potável, vacinas e redes mosquiteiras, que salvam vidas é o objectivo da campanha da Unicef “Um por todos, todos por zero”. Com locução de Ruy de Carvalho em rádio e a participação de Bárbara Guimarães, Telma Monteiro e Pedro Couceiro em imprensa, mupis e multibanco, a Brandia Central foi responsável pelo desenvolvimento desta campanha. A Unicef disponibilizará ainda um micro site com informação sobre a campanha e indicação das formas de participação - chamada valor acrescentado, transferência bancária, donativo online, Multibanco. Com divulgação até 31 de Dezembro, a campanha passa a mensagem que “21 000 crianças menores de cinco anos morrem diariamente de causas evitáveis como a diarreia, a malária, o sarampo, a SIDA e a subnutrição”.

Tudo por um Sorriso

Para quem ainda não tem afilhado, para quem ainda não conhece a Campanha de Natal Tudo por um Sorriso, aqui vai toda a informação necessária! :)
Pretendemos fazer sorrir 722 crianças/Jovens de várias instituições a nível Nacional... Só faltam 144 sorrisos :)
Aguardo novidades suas (nome, numero e instituição do seu afilhado:) Espere por uma confirmação antes de comprar o presente!

-- A Listagem de presentes é uma referência! Não deixe de apadrinhar! (Guie-se apenas com o nome e a idade das crianças)!
Faça um like na nossa página e escreva a sua opinião sobre esta campanha :) e Veja os nossos vídeos! www.facebook.com/tudoporumsorriso
Os presentes terão de ser NOVOS e entregues até ao dia 15 de Dezembro. Embrulhados e devidamente identificados (etiqueta grande com a informação detalhada do afilhado e do padrinho)! Morada: (dias úteis entre as 09h e as 18h, e dia 0 de Dezembro a partir das 14h-18h) Centro de Convívio da Junta de Freguesia de Cascais Rua Paulo da Gama, n.º 114 2750-183 Cascais (C…

NATAL 2011

Que tal fazer algo diferente, este ano, no Natal? Sim, Natal: daqui a pouco ele chega.

Que tal ir a uma agência dos Correios e pegar numa dos 17 milhões de cartinhas de crianças pobres e ser o Pai ou Mãe Natal delas?

Há a informação de que há pedidos inacreditáveis. Há criança a pedir um pacote de bolachas, uma blusa de frio para a avó, etc.

É uma ideia. É só pegar numa carta, e entregar o presente numa agência do Correio até dia 20 de Dezembro. Os Correio encarregam-se de fazer a entrega.

Imagine uma criança pobre, recebendo o presente que pediu ao Pai Natal.


Diz-se que na vida, passamos por 3 fases:

      - a primeira, quando acreditamos no Pai Natal;
      - a segunda, quando deixamos de acreditar e
      - a terceira, quando nos tornamos Pai Natal.

Do donativo ao investimento social

Aferir qual o contributo das empresas para a comunidade e reflectir sobre o papel social das mesmas constituem os objectivos principais da 2ª edição do estudo “O investimento das empresas na comunidade” divulgado este mês pela consultora Sair da Casca. O VER apresenta os seus principais resultados e contextualiza-os em entrevista com Nathalie Ballan, sócia fundadora da consultora, que chama a atenção para uma nova abordagem à actuação social: a dos negócios “inclusivos”

Um excelente artigo da Helena Oliveira no portal VER