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Mensagens

Dia de Gelados grátis no Fair Cone Day

O Fair Cone Day é o dia mais esperado do ano para os verdadeiros amantes de gelados. Por todo o mundo neste dia, a Ben&Jerry’s oferece gelados grátis nas suas lojas e promove a recolha de fundos para as cooperativas agrícolas com quem colabora mundialmente através do movimento de Comércio Justo, com o intuito de tornar todos os seus gelados 100% Fairtrade até 2012. Em Lisboa, deverá passar na loja do Chiado, entre as 12h00 e as 20h00, onde poderá desfrutar de um gelado grátis e ainda contribuir para um mundo mais justo ajudando a cooperativa de agricultores Acopagro, com a garantia de que o valor dos donativos recolhidos neste dia será duplicado pela Ben&Jerry’s.
AAcopagro é a cooperativa de agricultores peruanos de onde são originários os cocos com o certificado de Comércio Justo do novo sabor Coconutterly Fair. O compromisso da Ben&Jerry’s com o crescimento da Acopagro tem sido fundamental para a comunidade local e já resultou na promoção de vários programas d…

Celebridades doam água de casa à Unicef

A Unicef americana propôs a algumas celebridades a doação de água das suas próprias casas para que fossem engarrafadas em embalagens com caricaturas de cada um deles.
O resultado da iniciativa, que tem por intuito despertar a atenção das pessoas para a crise da água no mundo, foi a colecção “Celebrity Tap”, que responde pela assinatura “Everything is better famous”.
Rihanna, Taylor Swift, Selena Gomez, Robin Williams, Dwight Roward e Adrian Grenier cederam água de suas casas, que será incluída num sorteio, a decorrer até 30 de Abril, entre as pessoas que acedem ao site da campanha.
Na plataforma são ainda requisitadas doações em dinheiro para a Unicef, não sendo excluído do sorteio quem optar por não fazer donativos. Qualquer pessoa que more nos EUA pode registar-se no site e concorrer a um kit com as garrafas das personalidades envolvidas na colecção. Estas serão entregues aos vencedores numa caixa de madeira branca e, para além da caricatura de cada celebridade, a embalagem apela a …

QUANDO O DINHEIRO É POUCO

A realidade é de grande incerteza.......ninguém sabe quando é que a crise vai passar e quando é que a economia vai estabilizar! E esta situação é dramática para as Organizações Não-Lucrativas, que enfrentam enormes ameaças à sua própria sobrevivência.

Foi esta insegurança e condições adversas que todos nós vivemos, que nos convenceu - Call to Action - a dar ao 3º Seminário de Fundraising o tema :

"QUANDO O DINHEIRO É POUCO......"

É pouco do lado da Organização......é pouco do lado do doador!

» programa
» inscrição

Prémio de lotaria doado a Igreja

Um pároco americano teve a agradável surpresa de encontrar um bilhete de lotaria instantânea, no valor de 30 mil dólares (cerca de 21 mil euros), no cesto do peditório no fi nal da missa.

O autor do gesto não se deu a conhecer, pelo que o padre não tem a quem agradecer uma preciosa ajuda financeira numa altura em que a crise aperta também as igrejas.

O pároco, que não foi identifi cado, admite que fi cou confuso quando primeiro olhou para o cartão pois não fazia a menor ideia se era premiado ou não, mas um paroquiano confi rmou que sim.

Os cerca de 21 mil euros serão usados para enfrentar os custos correntes da paróquia, mas o sacerdote disse que esperava poder usar algum do dinheiro para ajudar os mais necessitados também.

What Katy Perry and the Black Eyed Peas taught me about nonprofit fundraising

Last week I heard Katy Perry's "Teenage Dream" for the first time. The song is basically a few lines of lyrics repeated over and over. And it topped the charts in popularity.

Listening to Katy Perry got me thinking about fundraising. Her song reminded me of the Black Eyed Peas' "I Got a Feeling" : simple lyrics repeated over and over. It's really catchy [...]

I could go on. Anyone out there remember Weird Al's "This Song's Just Six Words Long"? Another great parody on the lack of lyrics in popular songs. The thing is, it works. People remember the lyrics and the songs are wildly popular.

This week, why not look at your fundraising appeals and your approaches to donors. Are you over doing it? Are you overwhelming donors with facts and data? Trying to firehose them with information?

Why not try to rework your solicitations by singing from the same sheet as Katy Perry, the Black Eyed Peas, and Weird Al:

» Say less
» Use emotion
» Repea…

¿Se debería remunerar a los recaudadores de fondos según sus resultados?

Los códigos éticos de los recaudadores de fondos en todo el mundo señalan que su trabajo no debe ser remunerado sobre la base de sus resultados, sino con salarios u honorarios fijos. Esta disposición parece ir contra una lógica elemental: si estos profesionales deben ofrecer resultados mensurables que sobrepasen su coste, ¿por qué no condicionar su remuneración a su desempeño?

Este razonamiento está muy extendido. Sobre todo entre los responsables de organizaciones que están acuciadas financieramente y no cuentan con recursos disponibles para pagar a un buen profesional y aguardar el tiempo suficiente para cosechar los resultados de su labor. También es una fuerte tentación para quienes no están seguros de que encontrarán un profesional competente, con lo que se curan en salud condicionando su coste a los resultados. Se plantea tanto a la hora de requerir los servicios de profesionales externos como de considerar su incorporación a la plantilla.

¿Por qué la deontología profesional p…

60:40 Rule For Donors?

Usually I agree wholeheartedly with the advice proffered by Canadian fundraiser Fraser Green.
But he recently wrote this article — Donors Love 60:40 — with  which I beg to differ.

Fraser argues that donors care primarily about what you do (i.e., the need you are addressing), and very little about how you do it (which he treats a sort of institutional ‘inside baseball’). These words crystallize his point:

“When I was a young fundraiser, I learned an expression that has stayed with me to this day. It remains my most important piece of philanthropic wisdom. It goes like this: “the institution has no needs”.


That’s right. Your charity has no needs. The people or trees or animals you help have great needs. Your charity is simply the organizational vehicle that gets the donor’s gift to those in need. It’s a three link chain. The donor. Your organization. The need. In this chain, your organization is very small – while the donor and the need are very big.”

He then makes this r…