A EDP quer ampliar a sua parceria com a agência para os refugiados da ONU, através de uma campanha na qual vai pedir aos clientes para contribuírem com quatro euros anuais, anunciou quinta-feira o presidente da empresa, António Mexia.
Numa conferência de imprensa conjunta com o Alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), António Guterres, o presidente da EDP afirmou que o projecto realizado no campo de refugiados de Kakuma funcionou e quer “que ele seja agora replicado”.
“Queremos multiplicar este efeito através dos nossos parceiros e dos nossos clientes. Vamos lançar o desafio aos portugueses para que, com verbas relativamente simbólicas, cerca de quatro euros por ano ou 30 cêntimos por mês, conseguir mais fundos para intervir nos campos dos refugiados”, declarou António Mexia.
A conferência foi dada durante a Iniciativa Global Clinton, em Nova Iorque, no âmbito da qual há um ano a EDP e o ACNUR acordaram esta iniciativa. Desde essa altura, a EDP já investiu 1,3 milhõ…
Numa conferência de imprensa conjunta com o Alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), António Guterres, o presidente da EDP afirmou que o projecto realizado no campo de refugiados de Kakuma funcionou e quer “que ele seja agora replicado”.
“Queremos multiplicar este efeito através dos nossos parceiros e dos nossos clientes. Vamos lançar o desafio aos portugueses para que, com verbas relativamente simbólicas, cerca de quatro euros por ano ou 30 cêntimos por mês, conseguir mais fundos para intervir nos campos dos refugiados”, declarou António Mexia.
A conferência foi dada durante a Iniciativa Global Clinton, em Nova Iorque, no âmbito da qual há um ano a EDP e o ACNUR acordaram esta iniciativa. Desde essa altura, a EDP já investiu 1,3 milhõ…